O triciclo elétrico resolve dois problemas que a moto e a bicicleta não resolvem: equilíbrio e espaço. Ele não cai parado, o que muda tudo para quem tem receio de duas rodas, para quem já não tem a firmeza de antes e para quem precisa parar em subida com carga.
É também o formato de quem carrega gente ou volume: mais lugares, plataforma maior e marcha à ré, que numa garagem apertada faz diferença real.
A classificação legal do triciclo depende da versão e do lote. A Resolução 996/2023 do Contran separa o que emplaca do que não emplaca, e no caso do triciclo isso muda conforme a configuração. A equipe confirma antes de fechar a venda.
Sem necessidade de equilibrar. Para quem tem receio de duas rodas ou precisa parar em subida com carga, é outro veículo.
Três níveis de velocidade e ré. Em garagem apertada e em manobra com carga, a ré é o recurso que mais se usa.
A Resolução 996/2023 separa o que emplaca do que não. No triciclo isso varia com a configuração, e a gente confere antes.
A página oficial da Aima publica valores que se contradizem dentro da própria página para a Mike: autonomia aparece como 60 km num lugar e 50 km em outro, a potência de pico aparece como 1300 W, 1500 W e 1600 W conforme a fonte, e carga máxima e tipo de freio também divergem. O modelo ainda é fabricado em versão de chumbo-ácido além da de lítio.
Preferimos deixar esses campos em apuração a publicar número que não se sustenta. O que está na ficha técnica é o que a fábrica confirma: motor Bosch de 650 W nominal, 32 km/h, bateria de lítio 60V 24Ah, recarga de 6 a 7 horas, três níveis de velocidade e marcha à ré.
Se autonomia ou carga máxima forem critério de decisão para você, a equipe busca o número com a Aima Brasil antes da compra.
Agende um Best-ride e sinta a diferença das três rodas.